Aprenda a baixar a prestação dos seus créditos:

Como Baixar spread do seu crédito habitação:
È já sabido que as subidas da taxa de juro pelo Banco Central Europeu são cada vez mais recorrentes, os portugueses pagam cada vez mais para comprar casa através de crédito. E esta tendência irá continuar no futuro próximo, porque já foi anunciado que está previsto um novo aumento. Se pensa adquirir um imóvel com recurso a financiamento nos próximos tempos, previna se e dê alguma margem para eventuais subidas das taxas de juro. Pode usar como exemplo o seguinte: adicione um a dois por cento à taxa anual nominal (TAN) indicada pelo seu banco e veja se a mensalidade fica dentro das suas possibilidades. Para quem já fez um contrato, nós ajudamos a calcular o efeito do agravamento da taxa na prestação, bem como a contorná-lo. Tendo por exemplo um crédito de de 110 mil euros, com um prazo de 20 anos, prestação de 707,99 euros, spread de 1,5 por cento e TAN de 5,145, conheça algumas armas que pode usar na negociação do spread com o seu banco.
Negoceie com o banco:
Se reduzir o spread de 1,5 para 0,75 por cento, a TAN baixa para 4,395 por cento e a prestação para 627 euros. Isto significa que poupa 40,99 euros por mês e 9837,60 euros no final do contrato, considerando a taxa de juro actual.
Ainda há pouco mais de dois anos, a maioria dos bancos cobrava um spread acima de um por cento, mas, nos novos empréstimos, esse valor pode baixar até 0,29%. Se comprou casa há algum tempo e ainda não renegociou as condições de crédito, poderá estar a desperdiçar bastante dinheiro. Lembre-se que a iniciativa deve partir do cliente.
Compare a taxa de juro do empréstimo actual com as praticadas pelos outros bancos. Se pagar um spread elevado, peça a diminuição ao balcão da entidade bancária e reforce o pedido por escrito.
Na carta, ou em conversa com o funcionário, exponha os seus argumentos. É o caso do menor risco associado ao empréstimo, por ter pago uma parte da dívida e/ou a casa ter valorizado. O mesmo é válido para a relação com o banco, como, por exemplo, domiciliação do ordenado e de pagamentos de serviços e cartão de crédito - é que se quiser contratar algum destes produtos, a instituição bancária ficará mais receptiva para negociar. Caso não seja bem sucedida, pressione e manifeste a intenção de transferir o crédito para a concorrência. Visite vários bancos e peça simulações, para apresentar propostas mais vantajosas.
Amortizações parciais:
Aproveitando o cenário que predefinimos, basta amortizar cinco mil euros para ficar com uma prestação inferior (de 634,59 euros) e poupar cerca de três mil euros em juros.
Se tem poupanças e ainda lhe faltam, pelo menos, dois anos para liquidar o empréstimo da casa, amortize. Assim, poupa nos juros e reduz os prémios do seguro de vida associados ao crédito.
Porém, não se esqueça de que pode ter de pagar penalizações pelo reembolso parcial antecipado, consoante o banco.
Alargar o prazo do empréstimo:
Aproveitando o exemplo anterior (100 mil euros, a 20 anos e 667,99 euros mensais), saiba que ficaria a pagar:
A 25 ANOS - 593,07 euros; a 30 ANOS - 545,72 euros; a 35 ANOS - 513,97 euros; a 40 ANOS - 491,84 euros.
Quanto mais longo for o prazo, apesar da prestação ser inferior, mais caro lhe ficará o empréstimo, porque paga mais juros no total. Por exemplo, alargando o prazo para 40 anos, consegue uma redução de 176,15 euros, mas terá de amortizar o empréstimo durante mais tempo, o que significa que pagará mais cerca de 75 700 euros no total. Resumindo, não é a solução ideal mas pode ser uma ajuda para quem tem dificuldade em pagar a prestação actual.
Tenha atenção, porque, nos últimos tempos, os bancos têm penalizado os pedidos para alterar as condições contratuais, aplicando comissões fixas que podem ultrapassar os 100 euros. Além de prejudicarem os interesses dos consumidores, estas penalizações constituem um sério entrave à concorrência.
Crédito Consolidado:
Pode usar o crédito da casa para absorver os restantes, se o total das dívidas não ultrapassar o valor da avaliação do imóvel. Por exemplo, se o domicílio for avaliado em 150 mil euros, num empréstimo de 100 mil euros com financiamento até 90 por cento, pode consolidar dívidas até 135 mil euros com o crédito da casa.
Juntar os créditos pode ser solução para quem tem empréstimos acumulados, pois beneficia de uma taxa de juro global mais baixa. Os de curto prazo, como o do carro, são aglutinados num único, no banco onde tem o crédito à habitação. Neste caso, o imóvel já hipotecado serve de garantia para ambos os empréstimos: o da casa e o que resulta da aglutinação de todos os outros. Apesar de ficar com prestações de valor inferior ao conjunto das iniciais, acaba por pagar mais juros no final. Isto porque, provavelmente, irá liquidar os créditos aglutinados num prazo superior ao dos iniciais.
Informe-se sobre todos os encargos, como a penalização por reembolso antecipado da dívida nos empréstimos iniciais. Para celebrar o crédito hipotecário, além dos custos de abertura do processo e de avaliação do imóvel, conte com o imposto de selo, os registos e a escritura.
Mudar de banco:
Se o banco se mostrar irredutível em baixar o spread, coloque a hipótese de transferir o crédito para um concorrente. Contudo, antes, faça bem as contas com todos os custos! Tenha em mente que o actual banco pode obrigá-la a pagar uma penalização por reembolso antecipado, pelos documentos de declaração de dívida e distrate de hipoteca e por outras despesas. Além disso, ainda deve contar com as comissões de abertura de processo e de avaliação da casa no novo banco. A juntar a isso, há ainda as despesas na conservatória do registo predial e no cartório notarial, com o registo, a escritura e o imposto de selo sobre a hipoteca.
Alguns bancos cobram a totalidade ou uma parte dos encargos, regra geral, até três por cento do montante a transferir. Se lhe propuserem esta solução, certifique-se de que será válida quando transferir o crédito, pois pode tratar-se de uma promoção limitada no tempo.
Determinadas instituições bancárias oferecem uma solução alternativa: um segundo crédito para cobrir os custos com a transferência (penalizações por reembolso antecipado, escritura, etc). No caso de usufruir de algum protocolo, beneficia de uma taxa idêntica à do crédito principal.
Crédito Consolidado - Poupe até 60% por mês
Existem muitas pessoas que devido á quantidade de créditos que têm ao seu encargo, todos os meses se endividam mais,sofrendo o efeito ‘bola de neve’ em que cada vez mais recorrem ao crédito, para fazer face ás suas dividas.
Para essas pessoas a melhor solução poderá ser o crédito consolidado, trata se de um sistema que lhes permite juntar todas as suas prestações mensais em uma só, aumentando o prazo, diminuindo assim os seus encargos mensais até 60%.
Como funciona esta facilidade de crédito e vantagens para o consumidor;
O crédito consolidado reúne, num único crédito, todos os créditos que o cliente possui, garantidos normalmente por hipoteca, passando este a pagar uma única prestação, que será sempre inferior ao somatório de cada uma das prestações individuais, equivalentes aos diversos empréstimos contraídos. Consequentemente, a própria taxa de juro será menor e o prazo para pagamento será mais alargado, sendo este efectuado num único banco.
Vantagens do crédito consolidado
Por estes motivos, o crédito consolidado permite reduzir até 50% os encargos mensais dos clientes, aumentar o seu nível de poupança e garantir o reequilíbrio no orçamento dos clientes e uma melhor gestão das suas dívidas. As facilidades deste crédito, principalmente a diminuição das taxas de juro e o alargamento do prazo, permitem resolver situações inesperadas, atribuindo aos clientes mais flexibilidade no financiamento de novos projectos.
Condições de acesso
Este é um crédito hipotecário, o que significa que o cliente terá de dar como garantia a sua habitação, a qual será hipotecada e, posteriormente, caso o cliente não cumpra aquilo que é estipulado no acto de concessão de crédito, retirada ao seu detentor. Assim, o cliente terá de ser proprietário de um imóvel ou então poderá dar como garantia o imóvel de uma outra pessoa, desde que passem ambos a integrar o financiamento.
Prazos de pagamento
Este tipo de crédito tem um prazo máximo e mínimo de contrato que vai dos 3 anos aos 30 anos, sendo que o limite de idade no termo do contrato deverá ser de 70 anos, chegando em alguns casos aos 75 anos. Quem pode recorrer a este tipo de crédito?
Este tipo de crédito poderá ser concedido a qualquer tipo de pessoa, desde que possua um imóvel ou opte por inserir no processo de financiamento uma outra pessoa que o possua. Contudo, o crédito consolidado destina-se essencialmente a indivíduos que possuem vários empréstimos, podendo assim usufruir das condições e facilidades desta reunião de todos os seus créditos num único
Dicas para poupar dinheiro

Se você quer passar umas férias de sonho, ou comprar uma casa de fazer inveja, ou gozar uma aposentadoria confortável, você tem que aprender a poupar dinheiro. Infelizmente, muitos de nós têm tendência a gastar tudo o que ganham ou mais. Sabemos que a poupar é importante para a vida ou para as emergências inesperadas na nossa vida,Leia tudo sobre poupança e comece hoje mesmo a poupar , para realizar todos os seus sonhos.
Existem algumas regras de ouro para quem quer começar a poupar
Não compre coisas de que não precisa:
Claro que é mais facil falar do que fazer,mas ás vezes, temos de conseguir esquecer aquela garrafa de refrigerante,ou aquele chocolate gostoso, que trazemos do supermercado.Estamos obviamente a dar exemplos de produtos que não trarão grandes custos para as suas poupanças, mas o raciocinio é o mesmo para os bens de maior valor, podendo ser aqueles sapatos carissimos para um jantar importante,ao carro novo que você até nem precisa.
Estabeleça metas de poupança a curto prazo:
Começe por estabelecer um objectivo não muito dificil de cumprir.Prometa a si próprio que no próximo mês , você irá poupar 5% do seu vencimento.
Guarde esse dinheiro, pense que teve uma despesa inesperada e que esses euros já não existem.Aconteça o que acontecer, não mexa nesse dinheiro.
Se conseguir chegar ao fim do mês sem cair na tentação de gastar esse dinheiro, então é porque está no caminho certo.Estabeleça desde logo o próximo objectivo.
Aplique o dinheiro das suas poupanças:
Não basta poupar e deixar o dinheiro á ordem para ser gasto, num qualquer ataque de consumismo.Deve de imediato, colocar o seu dinheiro poupado, em depósitos a prazo, ou poupanças habitação,poupanças reforma,certificados de aforro…existem muitas opções no mercado e hoje em dia , qualquer banco oferece uma vasta gama de soluções de poupança.Todas estas soluções disponiveis no mercado, serão abordadas de forma mais detalhada em futuros posts.
Mantenha um registo actualizado das suas despesas:
Não precisa de ser contabilista para o fazer, basta apontar todas as despesas e gastos que têm ao longo do mês.Seja o mais detalhado possivel, e tente não se esqueçer das pequenas despesas.Ao logo do tempo você irá conseguir facilmente fazer previsões dos seus gastos, sabendo exactamente para onde está a ir o seu dinheiro, o que lhe permitirá fazer cortes nos sitios certos no caso de necessidade.Assim como saberá exactamente quanto é que poderá poupar a longo prazo, estabeleçendo assim os seus objectivos.
Verifique o que pode cortar nas suas despesas:
Ao fazer esta análise, você poderá ficar surpreendido com os 150€ gastos em chamadas telefónicas, ou nos 200€ gastos no cabeleireiro.Existem muitos gastos que podem ser suprimidos,desde que você tenha o controlo apertado em todas as suas despesas conforme falado no ponto anterior.Pense que ir ao cabeleireiro 2 vezes por semana a faz sentir bem, mas pense nas férias que não poderá tirar ao fim do ano se for apenas uma vez por semana.
Faça um orçamento familiar no inicio de cada mês:
Com um controlo de despesas rigoroso, você consiguirá fazer um orçamento para cada mês.No entanto não basta fazer, há que cumprir e para isso basta apenas um pouco de vontade e sacrificio, depois de criar uma rotina, tudo lhe parecerá mais fácil.No entanto, cada orçamento deve conter uma verba para inesperados,caso não precise de gastar essa verba, coloque a na sua poupança.
Não use cartão de crédito:
Apesar do uso do cartão de crédito poder trazer algumas vantagens, desde que seja usado da forma correcta, isto é, pagar sempre as despesas de crédito na sua totalidade antes de pagar juros, por vezes as pessoas facilitam, e usam no de forma desgovernada.Os bancos hoje em dia atribuem plafonds aos cartões de crédito ,que faz com que as pessoas se individem sem ter grande noção do perigo que correm, e quando se apercebem, já estão a gastar uma parte importante do seu orçamento em juros.Se não tiver necessidade, não peça cartão de crédito ao seu banco ou então , use o apenas em uma emergência.
