Cuidados a ter com cartão de credito


Um cartão de crédito envolve mais riscos do que um de débito.Se o perder, qualquer pessoa pode movimentá-lo sem introduzir o código secreto ou sem assinar
(operações pela Net, por exemplo).Além disso, pode ser vítima de fraude, se capturarem os dados do cartão de credito ou o clonarem. Nestes casos, é importante ter um seguro
por utilização fraudulenta. A lei só permite que se responsabilize o utilizador pelas transacções até à comunicação do ocorrido à entidade emissora (ou até 24 horas depois,
nos movimentos não electrónicos).Muitos cartões analisados cobrem uma parte ou a totalidade dos prejuízos até 48 horas antes da comunicação. No Santander Totta
estende-se até 5 dias antes. O Banco BPI Mastercard Zoom paga só aquilo a que é obrigado: os valores movimentados após a comunicação.Na gama classic, o Barclays Visa
Classic destaca-se: no seguro em viagem (B), paga até 300 mil euros em caso de morte e invalidez permanente, € 4000 para despesas de tratamento e é válido para o
agregado e em qualquer viagem.Não indemniza danos causados por fenómenos da natureza, nem cataclismos. Também paga danos causados de forma involuntária a
terceiros, pelo titular ou agregado familiar, até 100 mil euros, sem franquia.Na categoria gold, os pacotes são mais abrangentes, o que justifica
em parte as anuidades elevadas.No total dos três seguros, destacam-se o Montepio Premier e Unibanco Metropolis: além do seguro de saúde com capital de 20 e 25 mil
euros para internamento hospitalar,arrecadam boas classificações nos seguros de viagem (B) e responsabilidade civil (A e B,respectivamente).

A maioria dos cartões de crédito tem a função dual: ou seja, podem ser usados a débito, em levantamentos e pagamento de serviços. Regra geral, não pela nada ao usar o cartão nesta função, a
menos que use para cash-advance (adiantamento de dinheiro):além dos juros pelo crédito,os emissores cobram comissões entre € 1,50 e € 3,50, às quais acrescem
comissões variáveis e imposto de selo. Não use esta função a menos que seja imprescindível, pois é muito caro.Se fizer pagamentos num país
da zona euro, não tem custos adicionais. Fora deste espaço, paga entre 1,7% a 2,7% da transacção.

Credito Pessoal ou cartão de credito ?

Quando precisa de dinheiro rápido, seja para fazer face a um problema de saude, ou até mesmo para comprar algum bem que está temporáriamente com um preço mais baixo, existem diversas maneiras de conseguir dinheiro rápido.

O credito pessoal é a maneira mais conhecida para conseguir acesso a um empréstimo, de uma forma rápida. No entanto existem outras opções. O cartão de credito , também é umas das possibilidades de conseguir rapidamente ter dinheiro na sua conta, sendo assim , o que escolher?

O credito pessoal habitualmente tem taxas de juro mais baixas , que o cartão de credito. No entanto, um emprestimo poderá acarretar maiores despesas de abertura. Por norma, os Bancos costumam oferecer a primeira anuidade do cartão.

Para escolher entre estes dois produtos, faça as contas. Veja quanto vai pagar não só pelos juros, mas calcule também as anuidades ou despesas de abertura de credito.

Redução das taxas de juro

PPR

As prestações do seu credito habitação, vão diminuir.
Como já estava anunciado e previsto por muitos, o Banco Central Europeu baixou a taxa de juros
directora , na Zona Euro.

A anterior taxa de 3,25 foi reduzida para 2,5 % sendo este o maior corte até ao momento,pois as
anteriores descidas nunca ultrapassaram os 0,5%.

As principais razões deste corte tão pronunciado,foi a redução da pressão da inflacção que está
nos 2%.

Este foi o 3º corte consecutivo , nas taxas directoras, sendo o primeiro em Outubro e o segundo em Novembro.

Por sua vez, o Banco de Inglaterra seguiu o exemplo e baixou a taxa para 2%.

Estas são excelentes noticias para quem tem créditos, pois certamente irá encontrar uma redução nas prestações da sua casa,
assim que a sua taxa seja revista.

Em conclusão, nem tudo são más noticias, pois a crise também tem o seu lado positivo.

Bom Natal

Credito e compras por impulso

PPR

Uma das principais razões, pelo qual os Portugueses recorrem ao credito, é sem duvida por causa das compras por impulso.

Isto é válido para qualquer tipo de credito, desde credito pessoal, credito automovel ou até mesmo credito habitação.

Antes de comprar algum bem, e esteja a pensar recorrer a um financiamento,

deverá pensar primeiro no seguinte:

Será que necessito mesmo desta compra? – As compras de impulso são a roda motriz do comércio de grande consumo em Portugal.

No entanto e devido à conjuntura actual, muitas famílias acabam por se prejudicar fazendo compras desnecessárias em alturas pouco oportunas.

Deverá perguntar-se se a compra que vai fazer irá preencher uma necessidade imediata de relevo.

Se irá ter o usufruto necessário que justifique a compra no presente momento.

Pense bem antes de recorrer a um novo credito, pois poderá estar a hipotecar a sua qualidade de vida. Este conselho também é válido para as compras com cartão de credito, pois são uma das principais causas de endividamento dos Portugueses.

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