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	<title>Poupe Euros nos seus créditos &#187; Credito Habitação</title>
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	<description>Dicas para poupar no seu credito habitação, credito automovel e cartão credito.Aprenda a rentabilizar o seu dinheiro</description>
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		<title>Escolher seguro para o seu credito habitação</title>
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		<pubDate>Wed, 12 May 2010 22:33:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Credito Habitação]]></category>
		<category><![CDATA[Poupar dinheiro]]></category>

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		<description><![CDATA[



A sua casa está exposta a vários riscos, como incêndios, roubos e tempestades. Para estar minimamente protegido,poderá recorrer ao seguro multirriscos-habitação, que cobre os danos na casa e no recheio.
A lei só obriga a contratar um de incêndio, no caso de habitar um edifício constituído em propriedade horizontal. Mas se optar pelo multirriscos-habitação, fica melhor [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><script type="text/javascript"><!--
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<p>A sua casa está exposta a vários riscos, como incêndios, roubos e tempestades. Para estar minimamente protegido,poderá recorrer ao seguro multirriscos-habitação, que cobre os danos na casa e no recheio.</p>
<p>A lei só obriga a contratar um de incêndio, no caso de habitar um edifício constituído em propriedade horizontal. Mas se optar pelo multirriscos-habitação, fica melhor protegido por pouco mais dinheiro.</p>
<p><strong>Identificar o melhor seguro para o seu credito habitação:</strong></p>
<p>Depois de identificar as coberturas mais importantes, é preciso calcular o capital seguro.Trata-se de uma tarefa a cargo do segurado e de extrema importância na subscrição. Se o capital seguro for inferior ao valor dos bens, a casa estará subsegura e, em caso de sinistro, a indemnização não será<br />
suficiente para cobrir os danos.Com efeito, a seguradora só indemniza até ao limite do capital seguro. Para os danos parciais, fá-lo na proporção entre o capital e o valor real dos bens (é a chamada &#8220;regra proporcional&#8221;).</p>
<p>Se, por exemplo, o recheio da sua casa ascender a 50 mil euros,mas, para poupar no seguro, só declarar 30 mil (60% do valor real), os danos serão indemnizados nessa proporção. Assim, se a casa for assaltada e lhe levarem bens no valor de 10 mil euros, a indemnização não passará dos<br />
6 mil (10 000 x 60%), ficando o remanescente a seu cargo.</p>
<p>Se, pelo contrário, os bens forem avaliados por um valor superior ao real, pagará um prémio mais elevado sem nenhum benefício.A seguradora só o indemnizará pelo valor real dos bens: o de reconstrução, para os imóveis,<br />
e o de substituição em novo,para o recheio.Todas as seguradoras aplicam a regra proporcional. Mas não é fácil avaliar os bens e, em particular,determinar o valor de reconstrução do imóvel. Por isso, as seguradoras prevêem uma margem de segurança (regra geral, de 15%).</p>
<p>O <a href="http://www.poupeeuros.net/diminuir-seguro-do-credito-habitacao/" target="_blank">seguro multirriscos-do credito habitação</a> poderá abranger o imóvel e/ou o seu conteúdo. O capital seguro para cada um é calculado separadamente, segundo critérios distintos. Quanto ao imóvel, o capital seguro deverá corresponder ao custo de reconstrução, incluindo materiais e mão-de-obra, etc.Para calcular correctamente este valor, considere a área da casa e da parte proporcional das zonas comuns (por exemplo, escadas,elevadores e garagens) constante da escritura e, por vezes, do título constitutivo. O valor do terreno não é considerado. De seguida, consulte os preços por metro quadrado da construção &#8220;média&#8221;, sem acabamentos de luxo.</p>
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		<title>Diminuir seguro do credito habitação</title>
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		<pubDate>Fri, 07 May 2010 15:49:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Credito Habitação]]></category>
		<category><![CDATA[Poupar dinheiro]]></category>

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		<description><![CDATA[
Talvez ainda não saiba que a Lei mudou e que agora o seu seguro de vida vai diminuindo automaticamente
à medida que todos os meses vai pagando e amortizando as prestações do seu credito habitação.
O Decreto-Lei nº 222/2009, publicado em Diário da República (DR) em 11 de Setembro de 2009, já começou a ser implementado pelas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!-- adman --></p>
<p>Talvez ainda não saiba que a Lei mudou e que agora o seu seguro de vida vai diminuindo automaticamente<br />
à medida que todos os meses vai pagando e amortizando as prestações do seu <a href="http://www.poupeeuros.net/credito-habitacao/" target="_blank">credito habitação</a>.</p>
<p>O Decreto-Lei nº 222/2009, publicado em Diário da República (DR) em 11 de Setembro de 2009, já começou a ser implementado pelas seguradoras,<br />
conforme confirmou Pedro Seixas Vale, presidente da Associação Portuguesa de seguros, mas o Diário Económico sabe que este<br />
é um assunto que levanta ainda muitas dúvidas e tem sido alvo de reclamações junto das entidades bancárias por parte dos consumidores.<br />
É o caso deCatarina Oliveira que, atenta à legislação,esperou dois meses para que o seu prémio baixasse. Como tal não sucedeu, questionou<br />
o seu banco sobre o assunto que lhe disse que não valeria a pena uma vez que já estava apenas a dois anos de acabar de pagar a totalidade<br />
do seu empréstimo.</p>
<p>A nova Lei entrou em vigor em Dezembro do ano passado, 90 dias após a sua publicação em DR.Em números redondos, o mercado teve, até<br />
agora, quatro meses para se adaptar à nova medida,o que parece não ser assim muito tempo dada à sua complexidade e desconhecimento<br />
de muitos consumidores. Como Pedro Seixas Vale reconhece esta é uma medida que “tem implicações operacionais muito complexas,<br />
quer para os bancos, quer para as seguradoras, o que pode ter dificultado pontualmente algumas adaptações”. E é por isso quea APS, em conjunto<br />
coma Associação Portuguesa de Bancos está a trabalhar numa solução que pretende “agilizar a troca de informação que este Decreto-Lei exige<br />
entre bancos e seguradoras”, concretiza o presidente da APS.</p>
<p>O que o Decreto-Lei estipula quem solicite um <a href="http://www.poupeeuros.net/credito-para-pagar-dividas/" target="_blank">crédito</a> de habitação precisa sempre de fazer um seguro de vida. é uma exigência<br />
das instituições de crédito como forma de garantir o pagamento dos empréstimos devidos em caso de morte e ou invalidez do devedor.<br />
Mas como os bancos têm sempre a dívida garantida por hipoteca, não faz sentido exigir aos consumidores um seguro associado ao crédito<br />
à habitação “de condições que vão além do que justificaria a preocupação legítima de protecção dos credores em verem salvaguardada a<br />
satisfação dos seus créditos”, pode ler-se no Decreto-Lei. Foi para proteger os direitos dos consumidores que esta nova Lei definiu regras mínimas<br />
de funcionamento. Assim, tantos as seguradoras como os bancos [no seu papel de mediadores de seguros] têm novos deveres de informação<br />
e de esclarecimento.</p>
<p>Na eventualidade de fazer um seguro de vida que proteja os herdeiros [beneficiários] em caso de morte ou invalidez terá de pagar em<br />
função da totalidade do empréstimo, não se aplicando aqui esta nova norma.São os bancos que devem informar as companhias de seguro, em tempo útil, “acerca da evolução<br />
do montante em dívida ao abrigo do contrato de crédito à habitação, devendo a empresa de seguros proceder de imediato à correspondente actualização do capital seguro, com efeitos<br />
reportados à data de cada alteração do montante em dívida ao abrigo do contrato de crédito à habitação, creditando ou restituindo ao segurado as quantias entretanto pagas no âmbito do<br />
contrato de seguro”, diz no artigo 7º . E isto funciona independentemente da seguradora pertencer ao mesmo grupo do banco ou de ter sido<br />
escolhida pelo consumidor.</p>
<p>Também as seguradoras devem comunicar às instituições de crédito as alterações feitas pelo consumidor aos contratos de seguro de vida<br />
utilizados como garantia do crédito à habitação.Saiba ainda que as seguradoras que só agora estejam a actualizar a sua situação são obrigadas a<br />
restituir a diferença do seguro com efeitos a Dezembro de 2009, conforme consta no artigo 8º.</p>
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		<title>Crédito habitação tem crescido&#8230;</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Apr 2010 11:25:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Credito Habitação]]></category>

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		<description><![CDATA[
A carteira de crédito à habitação dos quatro maiores bancos nacionais – CGD, BES, BCP e BPI – cresceu, em 2009, ao menor ritmo da última década. No conjunto,estes bancos concederam cerca de 2,31 mil milhões de euros em crédito habitação no último ano quando, em média,emprestavam anualmente 4,75 mil milhões de euros. Ou seja, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!-- adman --><br />
A carteira de <strong>crédito à habitação </strong>dos quatro maiores bancos nacionais – CGD, BES, BCP e BPI – cresceu, em 2009, ao menor ritmo da última década. No conjunto,estes bancos concederam cerca de 2,31 mil milhões de euros em <a href="http://www.poupeeuros.net/casa-pronta-%e2%80%93-credito-habitacao/" target="_blank">crédito habitação</a> no último ano quando, em média,emprestavam anualmente 4,75 mil milhões de euros. Ou seja, menos de metade do valor médio concedido entre 2000 e 2008.</p>
<p>O Santander Totta, quarto maior banco a operar em Portugal por valor de activos, não foi incluído nesta análise a 10 anos,<br />
visto o Diário Económico não dispor dos dados anteriores a 2004. No entanto, a tendência é idêntica: a carteira de crédito à<br />
habitação do Santander cresceu, em 2009, 253 milhões de euros, quando a média anual de crescimento, de 2004 a 2008,<br />
foi de 1,1 mil milhões de euros.É necessário ressalvar que os dados analisados assentam no valor da carteira de crédito à habitação<br />
de cada banco no final do ano. Significa isto que, entram na equação não só o crédito concedidomas tambémo crédito<br />
vencido em cada ano. No entanto – e dada a dimensão dos valores analisados bem como o facto da base ser comparável, ou<br />
seja, todos anos existe crédito vencido – será seguro inferir que o principal motor desta diminuição<br />
do crescimento da carteira dos bancos será por via da menor concessão de crédito.</p>
<p>A tendência não surpreende.O estreitamento dos critérios de concessão de crédito por parte dos bancos é há muito conhecida.<br />
Uma situação agravada em 2009 pela degradação da economia – com o desemprego a ultrapassar os 10% e o <a href="http://www.poupeeuros.net/credito-para-pagar-dividas/" target="_blank">crédito mal<br />
parado</a> (na habitação) a aumentar 19%. Assim se justificam os maiores cuidados na concessão de empréstimos bancários, mas<br />
também a menor procura por parte dos consumidores.Menos oferta, menos procura António de Sousa, presidente da<br />
Associação Portuguesa de Bancos (APB), referia em entrevista concedida na terça-feira à TVI,que “o que houve foi uma reduçãomuito substancial da procura<br />
de crédito”. Superior, garante,à redução verificada na oferta.</p>
<p>Até porque, defendeu António de Sousa, “da parte dos bancos não há nenhum interesse em diminuir o crescimento do crédito”. No entanto, admite<br />
que “há um maior cuidado com a qualidade do crédito”. Fonte do sector explica também que o “arrefecimento” na concessão<br />
de crédito resulta de uma retracção tanto da oferta como da procura. Por um lado, “os bancos são mais exigentes na concessão<br />
de crédito”. Por outro,existe um mercado imobiliário bastante maduro: “Existindo um excesso de fogos, há uma<br />
retracção natural; a procura está emgrandemedida satisfeita”. A mesma fonte acrescenta ainda que existe uma gestão de expectativas<br />
que, nesta altura, retrai a decisão de investimento, ao mesmo tempo que é mais difícil trocar de casa.</p>
<p>Para 2010, é esperada uma realidade idêntica: “A actividade bancária este ano, em termos de crédito, irá, como já aconteceu<br />
no ano passado, ser relativamente reduzida emtermos de crescimento”, referiu o presidente da APB. Uma perspectiva<br />
ratificada no inquérito aos bancos em Janeiro de 2010, onde as instituições inquiridas antecipavam um ligeiro agravamento<br />
das condições de aprovação de empréstimos.</p>
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		<title>Credito para pagar dividas</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Oct 2009 21:53:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Credito Rapido]]></category>
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		<description><![CDATA[
Se o contribuinte indicar um bem de valor superior à dívida após avaliação, como uma casa, é
constituído um crédito habitação do montante em excesso a seu favor. Este poderá
ser usado nos 5 anos seguintes,por exemplo, para pagar impostos
e é intransmissível. A sua utilização depende da prévia comunicação, no
prazo de 30 dias, à entidade a quem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!-- adman --><br />
Se o contribuinte indicar um bem de valor superior à dívida após avaliação, como uma casa, é<br />
constituído um crédito habitação do montante em excesso a seu favor. Este poderá<br />
ser usado nos 5 anos seguintes,por exemplo, para pagar impostos<br />
e é intransmissível. A sua utilização depende da prévia comunicação, no<br />
prazo de 30 dias, à entidade a quem deva ser efectuado o pagamento.<br />
Ou seja, à Direcção-Geral de IRS ou à Direcção-Geral dos Impostos sobre<br />
o Património conforme queira pagar o IRS ou imposto municipal sobre<br />
transmissões onerosas de imóveis.</p>
<p>Como, no caso do IRS, o prazo de pagamento após receber a nota<br />
de liquidação é também de 30 dias, convém fazer o pedido a partir<br />
do momento em que entrega a declaração e, na simulação, conhece<br />
o valor a pagar.Se entregar, por exemplo, uma antiga jóia de família para dação e<br />
mudar de ideias, pode desistir até 5 dias após a notificação da decisão.<br />
Mas, sempre que desistir, tem de pagar a dívida total, incluindo<br />
despesas com a avaliação.</p>
<p>No caso de ter uma dívida fiscal,veja se pode pagá-la a pronto ou peça<br />
para o fazer em prestações. Se a dívida não for paga, a administração tributária<br />
pode avançar com a penhora de bens,retirar-lhe benefícios fiscais e, para<br />
mais de € 7 500, divulgar o nome do contribuinte na lista de devedores.</p>
<p>A dação em pagamento não é muito habitual em contribuintes particulares,<br />
mas pode ser uma opção, se não quiser ver penhorados alguns bens. Neste caso,<br />
deve preencher um pedido no serviço de finanças da sua área até 30 dias a contar<br />
da notificação da dívida. Descreva os bens que está disposto a entregar (casa,<br />
carro, obra de arte ou mobiliário, por exemplo) e faça uma estimativa do valor.</p>
<p>Se o fisco aceitar, pede uma avaliação e indica quais aceita.<br />
Caso o valor seja superior ao da dívida,cria um credito a favor do contribuinte,<br />
que pode usar para pagar impostos.<br />
<!-- adman --></p>
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		<title>CASA PRONTA – CREDITO HABITAÇÃO</title>
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		<pubDate>Mon, 25 May 2009 21:32:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Credito Habitação]]></category>

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		<description><![CDATA[
Para quem vai adquirir casa e detém aplicações financeiras sob a forma de conta poupança-habitação, tem toda a vantagem em recorrer ao “Casa Pronta”, um serviço na hora de registos relacionadas com a compra de habitação no seu banco. Os bancos que aderiram a este sistema de registos são de momento a CGD e o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!-- adman --></p>
<p>Para quem vai adquirir casa e detém aplicações financeiras sob a forma de conta poupança-habitação, tem toda a vantagem em recorrer ao “<strong>Casa Pronta</strong>”, um serviço na hora de registos relacionadas com a compra de habitação no seu banco. Os bancos que aderiram a este sistema de registos são de momento a CGD e o Millennium bcp. Todo o processo de registo poderá ser realizado no seu banco – muito mais cómodo!<br />
Por outro lado, o sistema “Casa Pronta” tem ainda a vantagem adicional de lhe permitir poupar até €250,00, caso seja detentor de conta poupança-habitação. Neste sistema, os custos são fixos – O valor a pagar sem hipoteca é de €300 e com hipoteca é do dobro, mas para quem tem contas <strong>poupança-habitação</strong>, os custos são de €180 e €400, respectivamente. Nas conservatórias os custos sem hipoteca são de €350 e com hipoteca de €650, ou seja neste último caso pagará de menos €250 relativamente às Conservatórias, se optar pela opção “Casa Pronta”.<br />
O Simplex que se vem implementado recentemente com cada vez mais eficiência, está de facto a simplificar todas as “formalidades” outrora exigidas. Com as diversas soluções disponíveis, os registos estão cada vez mais simples, mais baratos, mais céleres e menos burocráticos, podendo os mesmos serem tratados num só local. Actualmente existem 4 versões disponíveis: Casa Simples, Casa Segura e Casa Pronta e “Balcão Único”.<br />
Caso tenha um imóvel por registar, está ainda disponível até ao dia 2 de Dezembro de 2011 o registo na Conservatória do Registo Predial de forma gratuita.<br />
O processo de compra de habitação, poderá desenrolar-se formalmente em 2 passos – Contrato-Promessa e Processo Completo, caso se recorra aos novos sistemas – “Casa Pronta”, “Casa Simples” , “Casa Segura” e “Balcão Único”, em detrimento do Atendimento Tradicional que se desenvolverá em 6 passos -Contrato Promessa, Documentos e Impostos (fase inicial), Escritura, Registo, Documentos e Impostos (fase final) e Certidão Permanente.<br />
De todas as versões de <strong>credito habitação</strong> ,a solução “Casa Pronta” é a mais barata.</p>
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		<title>AGUARDA-SE NOVA DESCIDA DA EURIBOR</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Apr 2009 21:54:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Credito Consolidado]]></category>
		<category><![CDATA[Credito Habitação]]></category>
		<category><![CDATA[amortizar credito]]></category>
		<category><![CDATA[Euribor]]></category>

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		<description><![CDATA[ 

A Euribor ainda não atingiu o nível que permita o investimento na economia e a sua revitalização.
Para que as economias da Zona Euro voltem à “normalidade”, vai ser necessário que as taxas de juro baixem ainda mais, desafogando as famílias e as empresas, baixando as prestações dos creditos.
Os custos financeiros com os investimentos são um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> </p>
<p><!-- adman --></p>
<p>A Euribor ainda não atingiu o nível que permita o investimento na economia e a sua revitalização.<br />
Para que as economias da Zona Euro voltem à “normalidade”, vai ser necessário que as taxas de juro baixem ainda mais, desafogando as famílias e as empresas, <strong>baixando as prestações dos creditos.</strong><br />
Os custos financeiros com os investimentos são um factor muito importante para que os mesmos se efectivem.<br />
Os juros pagos pelas famílias pelos seus empréstimos absorvem grande parte do seu rendimento disponível. A descida das taxas de juro vai permitir que o valor pago pelas prestações de crédito diminuam.<br />
A última descida da Taxa de Referência para a zona Euro, fixou-se nos 1,25%, mas, Jean-Claude Trichet já admitiu que não será a última vez que a Taxa Directora baixou.<br />
A demora no restabelecimento da procura na Zona Euro  provocada pelas inúmeras falências e despedimentos está a provocar cortes na produção de diversas empresas. O nível do consumo teima em contrair-se. É um ciclo vicioso que traz problemas para todos os agentes económicos.<br />
Os preços têm vindo a descer, apresentando riscos de deflação. Em Portugal pela primeira vez  desde a “década de 60”, que se assiste à descida do Índice de Preços no Consumidor  que apresentou variação negativa em Março face ao mês anterior. O nível de inflação continua em fase descendente, processo que se não for travado levará ao caos no tecido produtivo.<br />
No entanto, a descida dos preços a curto prazo reequilibra o rendimento disponível das famílias e obriga os Estados a baixar o preço do dinheiro para níveis que permitam o investimento em novos negócios.<br />
O mercado de crédito, é fundamental neste processo. Os Bancos vão acabar por baixar os spreads e arriscar, ou em alternativa, serem obrigados a emprestar dinheiro. São processos normais de reequilíbrio financeiro. A Banca vende dinheiro, é o seu negócio. Numa primeira fase da crise inicia um processo selectivo de concessão de crédito, é a fase que vivemos actualmente.<br />
No entanto, a bem ou a mal, a Banca vai perceber que se o dinheiro não circular o risco da empresas consideradas “boas” se tornarem “menos boas” vai-se elevando pela quebra da produção e consequentemente descida nos resultados.<br />
Aguarda-se assim, novas descidas das taxas de juro e consequentemente pode-se esperar pagar cada vez menos pelos empréstimos a pagar.</p>
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		<title>Cuidados a ter ao recorrer ao credito</title>
		<link>http://www.poupeeuros.net/cuidados-credito/</link>
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		<pubDate>Sat, 17 Jan 2009 22:40:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Credito Habitação]]></category>
		<category><![CDATA[Credito Pessoal]]></category>

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		<description><![CDATA[

Quando recorrer a um emprestimo se torna inevitável, seja por desemprego ou até mesmo por problemas de saúde,
a primeira coisa a fazer é calcular o valor máximo o limite máximo que poderá pagar pela sua prestação. Pense a longo prazo,
previna subidas de juros, deixando uma folga de cerca de 20% para essas oscilações não esperadas.
Assim [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.poupeeuros.net/wp-content/uploads/2008/01/a985ff53.jpg" border="0" alt="PPR" width="200" height="183" align="left" /></p>
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<p>Quando recorrer a um emprestimo se torna inevitável, seja por desemprego ou até mesmo por problemas de saúde,<br />
a primeira coisa a fazer é calcular o valor máximo o limite máximo que poderá pagar pela sua prestação. Pense a longo prazo,<br />
previna subidas de juros, deixando uma folga de cerca de 20% para essas oscilações não esperadas.<br />
Assim que determinar o valor máximo, verifique em quantos meses poderá pagar o seu credito. Aumente o dimuinua o tempo do seu empréstimo,<br />
conforme o valor que irá pedir.<br />
Desta forma, ao estabelecer uma valor que poderá pagar por mês, sabe que irá conseguir pagar o seu empréstimo até ao fim.</p>
<p>Tenha atenção, para que o valor total dos seus creditos , não ultrapasse os 35% do seu rendimento disponivel, pois assim terá uma segurança<br />
e irá certamente <a href="http://www.poupeeuros.net/category/plano-poupanca-reforma/" target="_blank">conseguir poupar dinheiro</a> . Reserve parte do seu rendimento para investimentos em depósitos a prazo ou certificados de aforro.</p>
<p>Ao seguir estes conselhos , irão garantir uma vida estável e livre de problemas financeiros.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Credito habitação e comissões cobradas pelos Bancos</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Jan 2009 23:40:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Credito Habitação]]></category>
		<category><![CDATA[credito habitção]]></category>
		<category><![CDATA[taxa juros]]></category>

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		<description><![CDATA[

Nos últimos 2 anos, o Governo alterou a lei para aumentar a
concorrência entre bancos e a transparência. As instituições foram
obrigadas a arredondar os juros do credito habitação  à milésima,ficaram limitadas nas penalizações
por reembolso antecipado e não podem cobrar comissões quando
as condições do contrato são renegociadas. Estas medidas
reduziram os encargos para os consumidores.
Os bancos analisados cobram [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.poupeeuros.net/wp-content/uploads/2009/01/creditohabitacao.jpg" border="0" alt="PPR" width="200" height="183" align="left" /></p>
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<p>Nos últimos 2 anos, o Governo alterou a lei para aumentar a<br />
concorrência entre bancos e a transparência. As instituições foram<br />
obrigadas a arredondar os <a href="http://www.poupeeuros.net/cuidados-a-ter-na-hora-de-escolher-o-seu-credito-habitacao/" target="_blank">juros do credito habitação </a> à milésima,ficaram limitadas nas penalizações<br />
por reembolso antecipado e não podem cobrar comissões quando<br />
as condições do contrato são renegociadas. Estas medidas<br />
reduziram os encargos para os consumidores.</p>
<p>Os bancos analisados cobram um valor pela abertura do processo<br />
e avaliação da casa. Chamam-lhe vários nomes, como estudo,<br />
abertura, dossiê ou contratação.</p>
<p>Regra geral, é um montante fixo e varia de um banco para outro.<br />
Num estudo realizado pela Deco, em 19 Bancos, os custos chegam a atingir os 560 €.<br />
Como as comissões iniciais podem ser elevadas, algumas instituições<br />
propõem incluí-las no valor emprestado. No entanto não aconselhamos esta<br />
opção, pois irá pagar juros sobre as mesmas.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Redução das taxas de juro</title>
		<link>http://www.poupeeuros.net/reducao-das-taxas-de-juro/</link>
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		<pubDate>Mon, 22 Dec 2008 22:22:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cartão de Credito]]></category>
		<category><![CDATA[Credito Automovel]]></category>
		<category><![CDATA[Credito Habitação]]></category>
		<category><![CDATA[PPR]]></category>
		<category><![CDATA[spread]]></category>
		<category><![CDATA[taxas de juro]]></category>
		<category><![CDATA[juros]]></category>

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		<description><![CDATA[

As prestações do seu credito habitação, vão diminuir.
Como já estava anunciado e previsto por muitos, o Banco Central Europeu baixou a taxa de juros
directora , na Zona Euro.
A anterior taxa de 3,25 foi reduzida para 2,5 % sendo este o maior corte até ao momento,pois as
anteriores descidas nunca ultrapassaram os 0,5%.
As principais razões deste corte [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.poupeeuros.net/wp-content/uploads/2008/03/credito-habitacao.png" border="0" alt="PPR" width="190" height="183" align="left" /></p>
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<p>As prestações do seu credito habitação, vão diminuir.<br />
Como já estava anunciado e previsto por muitos, o Banco Central Europeu baixou a taxa de juros<br />
directora , na Zona Euro.</p>
<p>A anterior taxa de 3,25 foi reduzida para 2,5 % sendo este o maior corte até ao momento,pois as<br />
anteriores descidas nunca ultrapassaram os 0,5%.</p>
<p>As principais razões deste corte tão pronunciado,foi a redução da pressão da inflacção que está<br />
nos 2%.</p>
<p>Este foi o 3º corte consecutivo , nas taxas directoras, sendo o primeiro em Outubro e o segundo em Novembro.</p>
<p>Por sua vez, o Banco de Inglaterra seguiu o exemplo e baixou a taxa para 2%.</p>
<p>Estas são excelentes noticias para quem tem créditos, pois certamente irá encontrar uma redução nas prestações da sua casa,<br />
assim que a sua taxa seja revista.</p>
<p>Em conclusão, nem tudo são más noticias, pois a crise também tem o seu lado positivo.</p>
<p>Bom Natal</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Credito e compras por impulso</title>
		<link>http://www.poupeeuros.net/credito-e-compras-por-impulso/</link>
		<comments>http://www.poupeeuros.net/credito-e-compras-por-impulso/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 26 Nov 2008 00:15:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cartão de Credito]]></category>
		<category><![CDATA[Credito Automovel]]></category>
		<category><![CDATA[Credito Consolidado]]></category>
		<category><![CDATA[Credito Habitação]]></category>
		<category><![CDATA[Credito Pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[cartão credito]]></category>
		<category><![CDATA[consolidação crédito]]></category>
		<category><![CDATA[crédito]]></category>
		<category><![CDATA[credito ao consumo]]></category>

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		<description><![CDATA[

Uma das principais razões, pelo qual os Portugueses recorrem ao credito, é sem duvida por causa das compras por impulso.
Isto é válido para qualquer tipo de credito, desde credito pessoal, credito automovel ou até mesmo credito habitação.
Antes de comprar algum bem, e esteja a pensar recorrer a um financiamento,
deverá pensar primeiro no seguinte:
Será que necessito [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.poupeeuros.net/wp-content/uploads/2008/03/cartao_credito.jpg" border="0" alt="PPR" width="200" height="183" align="left" /></p>
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<p>Uma das principais razões, pelo qual os Portugueses recorrem ao credito, é sem duvida por causa das compras por impulso.</p>
<p>Isto é válido para qualquer tipo de credito, desde credito pessoal, credito automovel ou até mesmo credito habitação.</p>
<p>Antes de comprar algum bem, e esteja a pensar recorrer a um financiamento,</p>
<p>deverá pensar primeiro no seguinte:</p>
<p>Será que necessito mesmo desta compra? – As compras de impulso são a roda motriz do comércio de grande consumo em Portugal.</p>
<p>No entanto e devido à conjuntura actual, muitas famílias acabam por se prejudicar fazendo compras desnecessárias em alturas pouco oportunas.</p>
<p>Deverá perguntar-se se a compra que vai fazer irá preencher uma necessidade imediata de relevo.</p>
<p>Se irá ter o usufruto necessário que justifique a compra no presente momento.</p>
<p>Pense bem antes de recorrer a um novo credito, pois poderá estar a hipotecar a sua qualidade de vida. Este conselho também é válido para as compras com <a href="http://www.poupeeuros.net/cartao-credito-juros-baixos/" target="_blank">cartão de credito</a>, pois são uma das principais causas de endividamento dos Portugueses.</p>
<p><script src="http://imppt.tradedoubler.com/imp?g(17488514)a(1525323)" type="text/javascript"></script></p>
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