Pagar menos dinheiro no inicio do crédito

credito consolidado

Ao contrário do crédito tradicional (prestações compostas
por juros e capital), ao contrair o seu crédito habitação,ou crédito
pessoal com carência, só paga juros num máximo de 12 a 120
meses, consoante o banco.Apesar das diferenças, em qualquer destas modalidades, desde que a
taxa de juro seja variável, não está imune às flutuações. Mesmo no
período de carência, a prestação pode sofrer alterações. Só evita esta
incerteza se optar por um crédito com taxa fixa ou negociar um com
carência conjunta de capital e juros,ou seja, a prestação fica a zeros
num período inicial. Mas, neste caso, apenas adia o pagamento da
dívida e dos juros acumulados.

A principal vantagem desta modalidade consiste em reduzir a
prestação durante a carência. É uma ajuda numa fase da vida em que
os rendimentos não são elevados,prevendo-se um aumento num
futuro próximo. Ainda mais, devido ao considerável esforço para pagar
as despesas de contratação (custos notariais, emolumentares, encargos
bancários e imposto de selo).

Dicas para poupar dinheiro quando se compra a crédito

dicas poupar

Não é preciso ser especialista em economia. Quando se fala
em aumento das taxas de juro, há mais uma dor de cabeça para
quem paga a prestação da casa.

Se pensa contratar um crédito nos próximos tempos,
faça contas à vida e dê alguma margem para eventuais subidas das taxas de juro.

A maioria dos créditos à habitação,crédito automóvel ou crédito pessoal tem como base uma taxa
variável indexada, por norma, a famosa Euribor a 3, 6 ou 12
meses. O seu valor acompanha a evolução da taxa de referência
do Banco Central Europeu, para fazer face à inflação na zona euro
e equilibrar as economias. Para o bolso do consumidor, quer dizer
“prestação a subir”, considerando a tendência actual.
Ao valor do indexante, soma-se ainda o spread, a margem do
banco. Os dois originam a Taxa Anual Nominal (TAN) que incide
sobre o empréstimo.

Antes de aceitar uma proposta de crédito, preste atenção à TAE (taxa
anual efectiva) e a TAEG indicada. Só esta lhe permite comparar propostas
de bancos diferentes, já que indica a percentagem de encargos a
suportar com o crédito ao longo dos anos e poupar dinheiro durante os
próximos anos.

Pague menos juros pelos seus créditos

credito consolidado

Quando a situação financeira do agregado familiar permite suportar uma prestação mais alta, vale a pena reduzir o prazo
do empréstimo. Mantendo-se o capital em dívida e a taxa de juro,a grande vantagem é a diminuição dos juros a pagar .Contudo, é preciso saber qual o montante máximo que a família
consegue pagar. Não é aconselhável que a prestação seja superior a
35% do rendimento líquido do agregado. Por exemplo, uma família
que receba € 2000 mensais deve ter como limite, para pagamento
de créditos, 700 euros. Se o rendimento subisse para € 2500,
o limite passaria para 875 euros.

Não convêm ultrapassar estes valores , pois ai poderá ter dificuldade em pagar o seu crédito habitação,
crédito pessoal , crédito automóvel ou cartão de crédito

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