Renegociar spread do credito Habitação

PPR


Comprar casa ,é uma das principais ambições das famílias Portuguesas. Quando os Portugueses começam a trabalhar,o seu objectivo principal é a independência financeira. Poder sair da casa dos pais, e constituir família. Infelizmente, mais de 90% dos casais Portugueses tem de recorrer ao credito habitação para poder comprar casa própria.
Ao recorrer ao credito, existem muitas possibilidades em aberto. Existem vários bancos no mercado, cada um desses bancos com vários produtos, é necessário avaliar bem.

Para aqueles que já têm credito habitação, renegociar o spread do seu credito poderá ser bastante mais fácil do que imagina, pois existe muita concorrência no sector bancário, faça diversas simulações de crédito, caso o seu banco não acompanhe, mude o seu crédito para uma outra instituição.

Negociar crédito habitação e pagar menos de prestação

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A resistência à negociação é maior nos consumidores que já têm um crédito há vários anos. Mais
de metade nunca tentou sequer melhorar as condições junto do seu banco e quase 90% mantém-se.

O crédito mal-parado cresceu 5,6% de Janeiro a Setembro de 2007, segundo o Banco de Portugal.
O número de casos que chega ao Gabinete de Apoio ao Sobreendividado (GAS), da DECO, é mais
modesto, mas preocupante. Entre Janeiro e Outubro, os pedidos de ajuda duplicaram em relação ao
mesmo período de 2006, chegando aos 1560. Nos últimos 7 anos,cresceram 10 vezes.

De acordo com Natália Nunes,coordenadora do GAS, a maioria das famílias pede ajuda já quando
não consegue pagar. Em média,têm 4 créditos, mas há agregados com 15 ou mais. Nestes casos,a DECO contacta as instituições credoras e apresenta propostas de renegociação das dívidas. “Em regra, são bem acolhidas, até porque querem receber”, revela.

Mas o ideal é apostar na prevenção.Para evitar o ponto de ruptura,o GAS aconselha o consumidor a fazer contas aos gastos mensais,sobretudo, aos que tende a não considerar, como o café, tabaco,etc. “A maioria sabe quanto recebe,mas não quanto gasta”, alerta Natália Nunes.

Depois, é preciso ver onde pode reduzir. Por fim, convém fazer uma poupança equivalente a 5
ou 6 vezes o rendimento mensal.Uma espécie de bolha de ar para situações inesperadas, como desemprego
ou doença, duas das razões mais referidas no GAS para não pagar as dívidas.Pedidos de ajuda no Gabinete de Apoio ao Sobreendividado, da DECO fiel à instituição desde o primeiro dia. Tendo em conta que estes empréstimos foram contratados há sete anos, em média, altura em que as taxas de juro e os spreads estavam acima das actuais (os melhores em cerca de 1%, quando hoje rondam 0,5%), podemos concluir que estão a perder muito dinheiro. Para baixar a taxa de juro,faça valer a sua posição de cliente,como os produtos contratados e o facto de a casa valer mais hoje do que o montante que tem em dívida.

Pague menos dinheiro no inicio do seu crédito habitação

crédito habitação

Quase todos os bancos dipõem de um período de carência de
capital nas prestações do crédito hipotecário e crédito habitação.
No Montepio Geral e no Crédito Agrícola é opcional, e no
protocolo DECO/Caixa Galicia e no Millennium bcp não é permitida.

Durante as obras, as prestações só incluem juros, não se amortizando
capital. Se nessa fase, esta imposição traduz-se em prestações
mais suaves, daí resulta um aumento do valor total dos juros a
pagar pelo crédito.

Os custos iniciais no crédito hipotecário são superiores aos
do crédito pessoal, fazendo do primeiro uma opção mais em conta para
empréstimos elevados e a prazos mais longos. Às comissões de
abertura, de avaliação do imóvel e de processamento, é preciso
somar os custos de formalização de hipoteca. Os registos provisórios,
a escritura da hipoteca e do financiamento e a conversão deste
registo totalizam € 325 num notário público. Mais: tal como no crédito
da casa, os bancos exigem seguros de vida e, por vezes, multir riscos.

Crédito Habitação: Spreads e taxas de juro vão aumentar

credito

Apesar de não ser novidade para ninguem a crise que o mercado financeiro atravessa, nestas ultimas semanas e até meses ,a falta e liquidez e uma maior dificuldade na obtenção de crédito por parte dos bancos têm os seus reflexos no consumidor final.As consequências são imediatas para os consumidores que pretendem ter contrair um crédito habitação,crédito automóvel ou até mesmo crédito pessoal.

Outra das consequências directas da falta de liquidez nos mercados financeiros, são sem duvida uma maior dificuldade no acesso ao crédito, pois os
bancos irão pedir mais garantias pelo crédito bem como face á diminuição dos créditos efectuados,irão tentar rentabilizar mais os créditos que forem aprovados,
obviamente passará por subir o spread do crédito habitação que é o principal fonte de rendimento de qualquer banco.

Nos ultimos anos os bancos têm baixado progressivamento o spread dos créditos habitação , mas esta situação tende a alterar se nos próximos tempos.

São os efeitos negativos resultante da instabilidade nos mercados financeiros…