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	<title>Poupe Euros nos seus créditos</title>
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	<description>Dicas para poupar no seu credito habitação, credito automovel e cartão credito.Aprenda a rentabilizar o seu dinheiro</description>
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		<title>O estado da nação</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Feb 2010 21:45:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poupar dinheiro]]></category>

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		<description><![CDATA[



O Conselho Superior da Magistratura tem como objecto nuclear da sua
actividade a supervisão e avaliação de desempenho dos magistrados. Por decisão expressa da Assembleia da República, os advogados que fazem parte do CSM não estão obrigados à exclusividade de funções — por isso mesmo, um deles é o mandatário de um dos principais arguidos do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><script type="text/javascript"><!--
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</script><br />
O Conselho Superior da Magistratura tem como objecto nuclear da sua<br />
actividade a supervisão e avaliação de desempenho dos magistrados. Por decisão expressa da Assembleia da República, os advogados que fazem parte do CSM não estão obrigados à exclusividade de funções — por isso mesmo, um deles é o mandatário de um dos principais arguidos do processo ”Face Oculta”, onde um juiz e um procurador decidiram em momentos diferentes e no mesmo sentido quanto a participação de crime grave contra o<br />
Estado.</p>
<p>Num dia e momento quaisquer (como já aconteceu com um juiz que mandou para a cadeia o Dr. Paulo Pedroso, dirigente do PS),estes magistrados irão ser avaliados e aquele advogado lá estará para dar a sua presumida opinião independente.Os Srs. Presidente do Supremo Tribunal de Justiça e Procurador-Geral da República desmultiplicaram-se nas últimas semanas em entrevistas e comunicações orais a (não) explicar decisões tomadas, com o resultado óbvio de piorar ainda mais a compreensão que o normal do cidadão tem acerca do que pensam.Isto tudo por causa e efeito de uma razão:</p>
<p>Suas. Excias. não aceitam nem compreendem a vantagem de dar publicidade aos despachos que oportunamente exararam sobre temas do maior interesse nacional, conforme milhentos profissionais da área lhes sugeriam.Portugal tem um esquema original contestado violentamente pelas autoridades comunitárias:</p>
<p>o Estado detém participações qualificadas (de valor objectivamente residual) em algumas empresas, o que lhe permite determinar e controlar na substância praticamente todos os aspectos da respectiva vida societária. No caso concreto da PT, o Estado condicionou indiscutivelmente a sua venda ao Grupo privado SONAE sem que, até hoje, se saiba suportado em que razões.</p>
<p>O Estado nomeia arbitrariamente dois administradores executivos para a PT, sem perder muito tempo a avaliar a respectiva experiência, competência ou idoneidade. Esses dois administradores (e nenhum mais outro qualquer)<br />
protagonizaram decisões de gestão inconcebíveis:</p>
<p>um, decidiu investir (sem consultar mais ninguém!) dezenas de milhões de euros do fundo interno que geria numa empresa com ligações óbvias de interesse financeiro que, seguramente e por mero acaso, negociava<br />
naqueles momentos a compra de uma estação de televisão que o Governo pretendia expressamente silenciar.</p>
<p>O outro, um rapazito de trinta e poucos anos com um bacharelato em marketing e sem nada que o recomendasse para o lugar em termos<br />
profissionais, movimentou, controlou e monitorizou – também presumivelmente sozinho no âmbito do respectivo conselho de administração – toda uma vastíssima manobra de bastidores nas comunidades de negócios portuguesa e espanhola para o extenso e diversificado controlo da nossa comunicação social.</p>
<p>Três personalidades públicas de reconhecido mérito lideraram o processo de criação e divulgação do Código de Bom Governo do Instituto Português de Corporate Governance. Por imposição dos líderes de várias grandes empresas cotadas e associadas do Instituto, demitiram-se, pela simples razão de, no entender daqueles presidentes, terem exorbitado o âmbito previsto para o código. De facto e exemplificadamente, trata-se da transparência de participações cruzadas, dos conflitos de interesses dos administradores, do tratamento igual de todos os accionistas, das remunerações discriminadas dos administradores executivos, dos limites aos direitos de votos, do papel dos administradores não-executivos, etc.</p>
<p>O Estado esteve durante mais de um ano a negociar, discutir e preparar a parceria público- privada relativa ao novo Hospital de S. Marcos em Braga. Durante todo esse tempo e como seria previsível, nem a estrutura de poder<br />
do Ministério da Saúde se sentiu motivada e obrigada a controlar a gestão do Hospital nem, naturalmente, o operador privado considerava competir-lhe fazê-lo. O resultado ficou à vista:o Hospital de S. Marcos – uma estrutura de<br />
mediana dimensão entre as organizações hospitalares portuguesas! – constituiu-se no maior devedor nacional, de entre todos os outros,<br />
mesmos ao maiores.</p>
<p>Durante anos a fio, o Estado, os maiores bancos portugueses e os accionistas da CIMPOR (entre os quais estava o banco do Estado, a Caixa Geral de Depósitos) defenderam publicamente a tese que era imperioso manter<br />
em mãos de investidores nacionais o controlo da empresa. Não concertadamente mas de facto quase ao mesmo tempo, três grupos empresariais brasileiros manifestaram interesse formal numa posição de domínio na CIMPOR.<br />
Nas duas últimas semanas &#8211; e a começar pela própria Caixa Geral de Depósitos – parece adquirida a saída integral dos accionistas portugueses<br />
de referência da empresa por venda das suas participações aos brasileiros.</p>
<p>Nos últimos dois anos e quase diariamente,os portugueses tiveram que testemunhar a contestaçãopermanente dos professores a respeito<br />
do respectivo processo de avaliação de desempenho.Na sequência das eleições e do novo Governo, o processo aparentou estar sanado,em cerimónias públicas cheias de sorrisos e ar de vitória. Sabe-se agora que a negociação daquele processo de avaliação de desempenho<br />
(que, na teoria e presumivelmente, deveria retribuir por exclusivo a excelência) vai custar perto de J 480 milhões a mais.Só num mês, o deficit das contas públicas relativo a 2009 cresceu aparentemente 71%, o<br />
que é uma incongruência e uma explicitação pública de incompetência intoleráveis. As explicações dadas pelos dois maiores responsáveis<br />
do governo português &#8211; Primeiro-ministro e Ministro das Finanças &#8211; ainda vieram piorar a situação já que manifestamente não se conciliavam<br />
entre si. Especula-se já publicamente que a informação sobre o deficit real foi manipulada por causa das eleições legislativas entretanto<br />
ocorridas.</p>
<p>O concessionário Porsche de Celeirós (Braga) teve em 2009 o melhor ano da sua actividade em termos de vendas e resultados, ficando classificado entre os maiores distribuidores da marca ao nível europeu. Recorde-se que a<br />
área urbana de Braga e o Vale do Ave foram das zonas mais fustigadas no País pelo desemprego e falência de empresas industriais de sectores<br />
tradicionais e de exportação.Portugal tem um gravíssimo problema<br />
económico cujos reflexos financeiro e de tesouraria em termos de finanças públicas são aterradores. Tudo isto é pura verdade e alguns<br />
de nós temos vindo a alertar para isso desde há anos; entretanto, alguns outros de nós — muito menos! — temos sistematicamente defendido e alertado para o facto de, em termos estruturais e estratégicos, o país sofrer de uma inequívoca e alarmante desqualificação das suas elites – políticas, burocráticas, sociais,empresariais, culturais, etc. – que, infelizmente<br />
não constituem o reporte e a referência de boas práticas, honestidade e integridade de que o país necessariamente precisa como exemplo.<br />
Na verdade, alguma da comunicação social, na sua inultrapassável ignorância, tem contribuído muito para isso ao confundir, quase permanentemente, as figuras (ditas) públicas com as<br />
elites que tanta falta fazem.</p>
<p>fonte: Vida economica</p>
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		<title>Cuidados a ter com cartão de credito</title>
		<link>http://www.poupeeuros.net/cuidados-a-ter-com-cartao-de-credito/</link>
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		<pubDate>Wed, 25 Nov 2009 22:12:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cartão de Credito]]></category>

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		<description><![CDATA[



Um cartão de crédito envolve mais riscos do que um de débito.Se o perder, qualquer pessoa pode movimentá-lo sem introduzir o código secreto ou sem assinar
(operações pela Net, por exemplo).Além disso, pode ser vítima de fraude, se capturarem os dados do cartão de credito ou o clonarem. Nestes casos, é importante ter um seguro
por utilização [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><script type="text/javascript"><!--
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Um <strong>cartão de crédito</strong> envolve mais riscos do que um de débito.Se o perder, qualquer pessoa pode movimentá-lo sem introduzir o código secreto ou sem assinar<br />
(operações pela Net, por exemplo).Além disso, pode ser vítima de fraude, se capturarem os dados do <strong>cartão de credito</strong> ou o clonarem. Nestes casos, é importante ter um seguro<br />
por utilização fraudulenta. A lei só permite que se responsabilize o utilizador pelas transacções até à comunicação do ocorrido à entidade emissora (ou até 24 horas depois,<br />
nos movimentos não electrónicos).Muitos cartões analisados cobrem uma parte ou a totalidade dos prejuízos até 48 horas antes da comunicação. No Santander Totta<br />
estende-se até 5 dias antes. O Banco BPI Mastercard Zoom paga só aquilo a que é obrigado: os valores movimentados após a comunicação.Na gama classic, o Barclays Visa<br />
Classic destaca-se: no seguro em viagem (B), paga até 300 mil euros em caso de morte e invalidez permanente, € 4000 para despesas de tratamento e é válido para o<br />
agregado e em qualquer viagem.Não indemniza danos causados por fenómenos da natureza, nem cataclismos. Também paga danos causados de forma involuntária a<br />
terceiros, pelo titular ou agregado familiar, até 100 mil euros, sem franquia.Na categoria gold, os pacotes são mais abrangentes, o que justifica<br />
em parte as anuidades elevadas.No total dos três seguros, destacam-se o Montepio Premier e Unibanco Metropolis: além do seguro de saúde com capital de 20 e 25 mil<br />
euros para internamento hospitalar,arrecadam boas classificações nos seguros de viagem (B) e responsabilidade civil (A e B,respectivamente).</p>
<p>A maioria dos <strong>cartões de crédito</strong> tem a função dual: ou seja, podem ser usados a débito, em levantamentos e pagamento de serviços. Regra geral, não pela nada ao usar o cartão nesta função, a<br />
menos que use para cash-advance (adiantamento de dinheiro):além dos <a href="http://www.poupeeuros.net" target="_blank">juros pelo crédito</a>,os emissores cobram comissões entre € 1,50 e € 3,50, às quais acrescem<br />
comissões variáveis e imposto de selo. Não use esta função a menos que seja imprescindível, pois é muito caro.Se fizer pagamentos num país<br />
da zona euro, não tem custos adicionais. Fora deste espaço, paga entre 1,7% a 2,7% da transacção.</p>
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		<title>Credito para pagar dividas</title>
		<link>http://www.poupeeuros.net/credito-para-pagar-dividas/</link>
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		<pubDate>Tue, 06 Oct 2009 21:53:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Credito Habitação]]></category>
		<category><![CDATA[Credito Pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[Credito Rapido]]></category>
		<category><![CDATA[crédito]]></category>
		<category><![CDATA[dividas]]></category>

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		<description><![CDATA[
Se o contribuinte indicar um bem de valor superior à dívida após avaliação, como uma casa, é
constituído um crédito habitação do montante em excesso a seu favor. Este poderá
ser usado nos 5 anos seguintes,por exemplo, para pagar impostos
e é intransmissível. A sua utilização depende da prévia comunicação, no
prazo de 30 dias, à entidade a quem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!-- adman --><br />
Se o contribuinte indicar um bem de valor superior à dívida após avaliação, como uma casa, é<br />
constituído um crédito habitação do montante em excesso a seu favor. Este poderá<br />
ser usado nos 5 anos seguintes,por exemplo, para pagar impostos<br />
e é intransmissível. A sua utilização depende da prévia comunicação, no<br />
prazo de 30 dias, à entidade a quem deva ser efectuado o pagamento.<br />
Ou seja, à Direcção-Geral de IRS ou à Direcção-Geral dos Impostos sobre<br />
o Património conforme queira pagar o IRS ou imposto municipal sobre<br />
transmissões onerosas de imóveis.</p>
<p>Como, no caso do IRS, o prazo de pagamento após receber a nota<br />
de liquidação é também de 30 dias, convém fazer o pedido a partir<br />
do momento em que entrega a declaração e, na simulação, conhece<br />
o valor a pagar.Se entregar, por exemplo, uma antiga jóia de família para dação e<br />
mudar de ideias, pode desistir até 5 dias após a notificação da decisão.<br />
Mas, sempre que desistir, tem de pagar a dívida total, incluindo<br />
despesas com a avaliação.</p>
<p>No caso de ter uma dívida fiscal,veja se pode pagá-la a pronto ou peça<br />
para o fazer em prestações. Se a dívida não for paga, a administração tributária<br />
pode avançar com a penhora de bens,retirar-lhe benefícios fiscais e, para<br />
mais de € 7 500, divulgar o nome do contribuinte na lista de devedores.</p>
<p>A dação em pagamento não é muito habitual em contribuintes particulares,<br />
mas pode ser uma opção, se não quiser ver penhorados alguns bens. Neste caso,<br />
deve preencher um pedido no serviço de finanças da sua área até 30 dias a contar<br />
da notificação da dívida. Descreva os bens que está disposto a entregar (casa,<br />
carro, obra de arte ou mobiliário, por exemplo) e faça uma estimativa do valor.</p>
<p>Se o fisco aceitar, pede uma avaliação e indica quais aceita.<br />
Caso o valor seja superior ao da dívida,cria um credito a favor do contribuinte,<br />
que pode usar para pagar impostos.<br />
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		<title>Como baixar a prestação dos seus créditos?</title>
		<link>http://www.poupeeuros.net/baixar-prestacao-creditos/</link>
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		<pubDate>Wed, 24 Jun 2009 14:20:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poupar dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[amortizar credito]]></category>

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		<description><![CDATA[
Deixamos-lhe algumas sugestões para negociar com o seu banco a redução da prestação da casa.
O empréstimo à habitação constitui para muitas famílias portuguesas um problema, essencialmente se estão a ser afectados pela actual crise.
È certo que as taxas de juro baixaram muito nestes últimos meses, fruto da queda da Euribor que se situa a níveis [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!-- adman --></p>
<p>Deixamos-lhe algumas sugestões para negociar com o seu banco a redução da prestação da casa.<br />
O empréstimo à habitação constitui para muitas famílias portuguesas um problema, essencialmente se estão a ser afectados pela actual crise.<br />
È certo que as taxas de juro baixaram muito nestes últimos meses, fruto da queda da Euribor que se situa a níveis muito próximos de 1%.<br />
No entanto, se mesmo assim está com problemas em pagar a prestação ao banco, existem algumas medidas que poderão fazer diminuir a prestação da sua casa.<br />
Todas as soluções têm vantagens e inconvenientes, sendo que a melhor solução será sempre a que corresponder ao menor dispêndio total, a que acarreta menor valor associado ao pagamento dos juros.<br />
Assim, reduzir a prestação do crédito à habitação deverá ser enquadrada à luz das disponibilidades financeiras do agregado familiar e com as perspectivas futuras a nível de rendimentos.<br />
<strong>As opções para diminuir a prestação do empréstimo são basicamente as seguintes:</strong><br />
<strong>1) Diminuir o spread:</strong></p>
<p>a. Verifique o spread do seu empréstimo.<br />
b. Se o seu spread for superior a 0,35 pontos percentuais, então procure as ofertas que agora existem na banca para esse nível. Não esquecer que diminuir o spread implica ter capacidade negocial na Banca</p>
<p><strong>2) Aumentar o prazo do empréstimo à habitação:<br />
</strong>a. Caso o seu empréstimo esteja com prazo por amortizar que tenha possibilidades de ser alargado, aproveite o alargamento do prazo até 50 anos.<br />
b. O alargamento do prazo depende essencialmente da idade dos preponentes<br />
c. Ao aumentar o prazo do empréstimo verá diminuída a sua prestação<br />
d. Em contrapartida pagará muito mais pelo empréstimo concedido, dado que o número de prestações aumenta e consequentemente os juros pagos no total das mesmas<br />
<strong>3) Deixar uma fatia da amortização do empréstimo para o final do contrato<br />
</strong>a. Consiste em amortizar uma parte do empréstimo no final do seu prazo.<br />
b. A percentagem dessa amortização deverá ser conciliada com as perspectivas futuras<br />
c. A prestação até ao final do contrato desce devido a estar a considerar uma fatia de amortização mais baixa.<br />
d. Caso não tenha possibilidades de liquidar a amortização pré-definida no final do contrato, poderá sempre recorrer a outro financiamento que lhe for favorável.<br />
<strong>4) Pagar somente juros durante um período de tempo<br />
</strong>a. É uma boa opção para resolver situações transitórias<br />
b. Basta solicitar junto do banco um período de carência para a componente amortização do empréstimo, pagando durante esse tempo apenas juros<br />
c. A prestação, enquanto durar o diferimento da amortização diminui, mas depois aumenta<br />
<strong>5) Agregar vários empréstimos num só</strong><br />
a. Renegociação da dívida total de forma a obter um só empréstimo<br />
b. Consultar artigo sobre “Consolidação de crédito”<br />
<strong>6) Efectuar amortizações de capital<br />
</strong>a. Realizar amortizações antecipadas do capital baixa a prestação<br />
b. Pressupõe disponibilidades financeiras<br />
c. È boa solução nos anos em que a prestação tem associada uma fatia maior de juros. Nos últimos anos as prestações incorporam uma fatia maior de amortização e nesta fase já não há tanta vantagem financeira em efectuar amortizações de capital, acrescendo-se o factor fiscal (perde o beneficio fiscal de deduzir os encargos bancários)<br />
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		</item>
		<item>
		<title>CASA PRONTA – CREDITO HABITAÇÃO</title>
		<link>http://www.poupeeuros.net/casa-pronta-%e2%80%93-credito-habitacao/</link>
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		<pubDate>Mon, 25 May 2009 21:32:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Credito Habitação]]></category>

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		<description><![CDATA[
Para quem vai adquirir casa e detém aplicações financeiras sob a forma de conta poupança-habitação, tem toda a vantagem em recorrer ao “Casa Pronta”, um serviço na hora de registos relacionadas com a compra de habitação no seu banco. Os bancos que aderiram a este sistema de registos são de momento a CGD e o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!-- adman --></p>
<p>Para quem vai adquirir casa e detém aplicações financeiras sob a forma de conta poupança-habitação, tem toda a vantagem em recorrer ao “<strong>Casa Pronta</strong>”, um serviço na hora de registos relacionadas com a compra de habitação no seu banco. Os bancos que aderiram a este sistema de registos são de momento a CGD e o Millennium bcp. Todo o processo de registo poderá ser realizado no seu banco – muito mais cómodo!<br />
Por outro lado, o sistema “Casa Pronta” tem ainda a vantagem adicional de lhe permitir poupar até €250,00, caso seja detentor de conta poupança-habitação. Neste sistema, os custos são fixos – O valor a pagar sem hipoteca é de €300 e com hipoteca é do dobro, mas para quem tem contas <strong>poupança-habitação</strong>, os custos são de €180 e €400, respectivamente. Nas conservatórias os custos sem hipoteca são de €350 e com hipoteca de €650, ou seja neste último caso pagará de menos €250 relativamente às Conservatórias, se optar pela opção “Casa Pronta”.<br />
O Simplex que se vem implementado recentemente com cada vez mais eficiência, está de facto a simplificar todas as “formalidades” outrora exigidas. Com as diversas soluções disponíveis, os registos estão cada vez mais simples, mais baratos, mais céleres e menos burocráticos, podendo os mesmos serem tratados num só local. Actualmente existem 4 versões disponíveis: Casa Simples, Casa Segura e Casa Pronta e “Balcão Único”.<br />
Caso tenha um imóvel por registar, está ainda disponível até ao dia 2 de Dezembro de 2011 o registo na Conservatória do Registo Predial de forma gratuita.<br />
O processo de compra de habitação, poderá desenrolar-se formalmente em 2 passos – Contrato-Promessa e Processo Completo, caso se recorra aos novos sistemas – “Casa Pronta”, “Casa Simples” , “Casa Segura” e “Balcão Único”, em detrimento do Atendimento Tradicional que se desenvolverá em 6 passos -Contrato Promessa, Documentos e Impostos (fase inicial), Escritura, Registo, Documentos e Impostos (fase final) e Certidão Permanente.<br />
De todas as versões de <strong>credito habitação</strong> ,a solução “Casa Pronta” é a mais barata.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Poupar dinheiro em impostos e contribuições ás finanças</title>
		<link>http://www.poupeeuros.net/poupar-dinheiro-em-impostos-e-contribuicoes-as-financas/</link>
		<comments>http://www.poupeeuros.net/poupar-dinheiro-em-impostos-e-contribuicoes-as-financas/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 27 Apr 2009 20:38:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poupar dinheiro]]></category>

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		<description><![CDATA[
A acumulação de impostos ou contribuições por pagar às finanças e à segurança
social são como uma bola de neve. Quanto mais tempo demorar a pagar, maior o
peso dos juros de mora e o valor da dívida. Se não conseguir saldar tudo
de uma vez, negoceie o pagamento em prestações ou outra solução
mais barata.
Tem até 15 dias [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!-- adman --></p>
<p>A acumulação de impostos ou contribuições por pagar às finanças e à segurança<br />
social são como uma bola de neve. Quanto mais tempo demorar a pagar, maior o<br />
peso dos juros de mora e o valor da dívida. Se não conseguir saldar tudo<br />
de uma vez, negoceie o pagamento em prestações ou outra solução<br />
mais barata.</p>
<p>Tem até 15 dias após terminar o prazo de pagamento voluntário (data-limite na nota de liquidação)para pedir o modo faseado.<br />
No caso das finanças, se a dívida é inferior a € 2500 e não tem outros impostos por pagar,<br />
registe o pedido nas declarações electrónicas (<a href="http://www.e-financas.gov.pt">www.e-financas.gov.pt</a> &gt; Contribuintes &gt; Pagamentos &gt;<br />
Pagamento em prestações).</p>
<p>Além de prático, é <a href="http://www.poupeeuros.net/amortizacao-de-credito-%e2%80%93-saiba-se-vale-a-pena/">mais barato do que o pagamento faseado</a> tradicional, pois não é obrigado a<br />
apresentar uma garantia bancária, ao contrário de quando pede um credito ao banco.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>AGUARDA-SE NOVA DESCIDA DA EURIBOR</title>
		<link>http://www.poupeeuros.net/nova-descida-da-euribor/</link>
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		<pubDate>Wed, 15 Apr 2009 21:54:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Credito Consolidado]]></category>
		<category><![CDATA[Credito Habitação]]></category>
		<category><![CDATA[amortizar credito]]></category>
		<category><![CDATA[Euribor]]></category>

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		<description><![CDATA[ 

A Euribor ainda não atingiu o nível que permita o investimento na economia e a sua revitalização.
Para que as economias da Zona Euro voltem à “normalidade”, vai ser necessário que as taxas de juro baixem ainda mais, desafogando as famílias e as empresas, baixando as prestações dos creditos.
Os custos financeiros com os investimentos são um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> </p>
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<p>A Euribor ainda não atingiu o nível que permita o investimento na economia e a sua revitalização.<br />
Para que as economias da Zona Euro voltem à “normalidade”, vai ser necessário que as taxas de juro baixem ainda mais, desafogando as famílias e as empresas, <strong>baixando as prestações dos creditos.</strong><br />
Os custos financeiros com os investimentos são um factor muito importante para que os mesmos se efectivem.<br />
Os juros pagos pelas famílias pelos seus empréstimos absorvem grande parte do seu rendimento disponível. A descida das taxas de juro vai permitir que o valor pago pelas prestações de crédito diminuam.<br />
A última descida da Taxa de Referência para a zona Euro, fixou-se nos 1,25%, mas, Jean-Claude Trichet já admitiu que não será a última vez que a Taxa Directora baixou.<br />
A demora no restabelecimento da procura na Zona Euro  provocada pelas inúmeras falências e despedimentos está a provocar cortes na produção de diversas empresas. O nível do consumo teima em contrair-se. É um ciclo vicioso que traz problemas para todos os agentes económicos.<br />
Os preços têm vindo a descer, apresentando riscos de deflação. Em Portugal pela primeira vez  desde a “década de 60”, que se assiste à descida do Índice de Preços no Consumidor  que apresentou variação negativa em Março face ao mês anterior. O nível de inflação continua em fase descendente, processo que se não for travado levará ao caos no tecido produtivo.<br />
No entanto, a descida dos preços a curto prazo reequilibra o rendimento disponível das famílias e obriga os Estados a baixar o preço do dinheiro para níveis que permitam o investimento em novos negócios.<br />
O mercado de crédito, é fundamental neste processo. Os Bancos vão acabar por baixar os spreads e arriscar, ou em alternativa, serem obrigados a emprestar dinheiro. São processos normais de reequilíbrio financeiro. A Banca vende dinheiro, é o seu negócio. Numa primeira fase da crise inicia um processo selectivo de concessão de crédito, é a fase que vivemos actualmente.<br />
No entanto, a bem ou a mal, a Banca vai perceber que se o dinheiro não circular o risco da empresas consideradas “boas” se tornarem “menos boas” vai-se elevando pela quebra da produção e consequentemente descida nos resultados.<br />
Aguarda-se assim, novas descidas das taxas de juro e consequentemente pode-se esperar pagar cada vez menos pelos empréstimos a pagar.</p>
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		<title>AMORTIZAÇÃO DE CRÉDITO – SAIBA SE VALE A PENA?</title>
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		<pubDate>Sun, 22 Mar 2009 22:15:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[amortizar credito]]></category>
		<category><![CDATA[Credito Pessoal]]></category>

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Se tem um credito ao consumo e pretende amortizá-lo , ou mesmo mudar de Banco, agora vai ter a possibilidade de o fazer tendo como limite de comissão a pagar ao Banco de 0,5%, caso falte mais de um ano para finalizar o empréstimo. Se faltar menos de 12 meses para o seu empréstimo terminar, então [...]]]></description>
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<p>Se tem um <strong><a href="http://www.poupeeuros.net/credito-pessoal-ao-seu-dispor/" target="_blank">credito ao consumo e pretende amortizá-lo</a></strong> , ou mesmo mudar de Banco, agora vai ter a possibilidade de o fazer tendo como limite de comissão a pagar ao Banco de 0,5%, caso falte mais de um ano para finalizar o empréstimo. Se faltar menos de 12 meses para o seu empréstimo terminar, então a comissão máxima será de 0,25%.<br />
As contas terão de ser muito bem feitas antes de tomar a decisão de amortizar definitivamente o seu empréstimo, porquanto está a onerar o custo financeiro pelo valor da comissão.<br />
Por outro lado,o Banco de Portugal anunciou a fixação dos limites máximos das taxas a praticar pelos bancos, o que é muito positivo face aos actuais abusos que a Banca vinha praticando numa fase em que se pretende que o crédito fique mais barato.<br />
Assim, se pretender negociar a sua taxa, há que atender os valores a pagar em termos de comissão a pagar, mas a compensação será tanto maior, quanto for o diferencial da taxa entre os empréstimos.<br />
Um cuidado adicional a ter – verificar outros custos debitados pelos Bancos que não a comissão, pois os bancos usam de subterfúgios em termos de débitos de despesas para compensar “perdas”.<br />
Esteja atento às movimentações dos Bancos e beneficie o mais possivel da concorrência entre eles. O objectivo da Banca é o de ganhar o mais possivel.<br />
Cabe-lhe a si pagar o menor valor pelo custo do seu empréstimo.</p>
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		<title>Micro credito para criar a sua empresa</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Mar 2009 22:41:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Micro credito]]></category>

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Foi despedido? Perdeu o seu emprego? A empresa onde trabalha faliu?
Este momento da vida de muitos Portugueses e Europeus, é bastante complicado. A maior parte opta por receber confortavelmente o subsidio de desemprego, que normalmente dura 2 anos e aguardar por melhores dias.
No entanto existem outras opções.Criar o seu próprio emprego e fundar a sua [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!-- adman --></p>
<p>Foi despedido? Perdeu o seu emprego? A empresa onde trabalha faliu?<br />
Este momento da vida de muitos Portugueses e Europeus, é bastante complicado. A maior parte opta por receber confortavelmente o subsidio de desemprego, que normalmente dura 2 anos e aguardar por melhores dias.</p>
<p>No entanto existem outras opções.Criar o seu próprio emprego e fundar a sua própria empresa é uma opção que cada vez mais Portugueses estão a escolher. Muitos deles, são experientes trabalhadores em diversos ramos de actividade. Face aos muitos anos de experiência, muitos destes trabalhadores altamente qualificados, encontram assim uma opção para o desemprego.</p>
<p>O micro credito, está disponivél para ajudar estes desempregados empreendedores a <a href="http://www.poupeeuros.net/category/poupar-dinheiro/" target="_blank">criar o seu próprio posto de trabalho</a>,e quem sabe até novos postos de trabalho. Através do <a href="http://www.poupeeuros.net/cuidados-credito/" target="_blank">credito</a>, estes novos empresários conseguem o capital financeiro necessário para arrancarem com as suas empresas.</p>
<p>Caso pretenda abrir a sua empresa, informe se no seu centro de emprego e invista no seu futuro.</p>
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		<title>Credito Pessoal ou cartão de credito ?</title>
		<link>http://www.poupeeuros.net/cartao-de-credito-mais-barato-credito-pessoal/</link>
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		<pubDate>Sun, 22 Feb 2009 22:27:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cartão de Credito]]></category>
		<category><![CDATA[Credito Pessoal]]></category>

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Quando precisa de dinheiro rápido, seja para fazer face a um problema de saude, ou até mesmo para comprar algum bem que está temporáriamente com um preço mais baixo, existem diversas maneiras de conseguir dinheiro rápido.
O credito pessoal é a maneira mais conhecida para conseguir acesso a um empréstimo, de uma forma rápida. No entanto [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!-- adman --></p>
<p>Quando precisa de dinheiro rápido, seja para fazer face a um problema de saude, ou até mesmo para comprar algum bem que está temporáriamente com um preço mais baixo, existem diversas maneiras de conseguir dinheiro rápido.</p>
<p>O <a href="http://www.poupeeuros.net/simulacao-de-credito-pessoal-e-credito-habitacao/" target="_blank">credito pessoal</a> é a maneira mais conhecida para conseguir acesso a um empréstimo, de uma forma rápida. No entanto existem outras opções. O <a href="http://www.poupeeuros.net/cartao-credito-juros-baixos/" target="_blank">cartão de credito</a> , também é umas das possibilidades de conseguir rapidamente ter dinheiro na sua conta, sendo assim , o que escolher?</p>
<p>O credito pessoal habitualmente tem taxas de juro mais baixas , que o cartão de credito. No entanto, um emprestimo poderá acarretar maiores despesas de abertura. Por norma, os Bancos costumam oferecer a primeira anuidade do cartão.</p>
<p>Para escolher entre estes dois produtos, faça as contas. Veja quanto vai pagar não só pelos juros, mas calcule também as anuidades ou despesas de abertura de credito.</p>
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