CASA PRONTA – CREDITO HABITAÇÃO

Para quem vai adquirir casa e detém aplicações financeiras sob a forma de conta poupança-habitação, tem toda a vantagem em recorrer ao “Casa Pronta”, um serviço na hora de registos relacionadas com a compra de habitação no seu banco. Os bancos que aderiram a este sistema de registos são de momento a CGD e o Millennium bcp. Todo o processo de registo poderá ser realizado no seu banco – muito mais cómodo!
Por outro lado, o sistema “Casa Pronta” tem ainda a vantagem adicional de lhe permitir poupar até €250,00, caso seja detentor de conta poupança-habitação. Neste sistema, os custos são fixos – O valor a pagar sem hipoteca é de €300 e com hipoteca é do dobro, mas para quem tem contas poupança-habitação, os custos são de €180 e €400, respectivamente. Nas conservatórias os custos sem hipoteca são de €350 e com hipoteca de €650, ou seja neste último caso pagará de menos €250 relativamente às Conservatórias, se optar pela opção “Casa Pronta”.
O Simplex que se vem implementado recentemente com cada vez mais eficiência, está de facto a simplificar todas as “formalidades” outrora exigidas. Com as diversas soluções disponíveis, os registos estão cada vez mais simples, mais baratos, mais céleres e menos burocráticos, podendo os mesmos serem tratados num só local. Actualmente existem 4 versões disponíveis: Casa Simples, Casa Segura e Casa Pronta e “Balcão Único”.
Caso tenha um imóvel por registar, está ainda disponível até ao dia 2 de Dezembro de 2011 o registo na Conservatória do Registo Predial de forma gratuita.
O processo de compra de habitação, poderá desenrolar-se formalmente em 2 passos – Contrato-Promessa e Processo Completo, caso se recorra aos novos sistemas – “Casa Pronta”, “Casa Simples” , “Casa Segura” e “Balcão Único”, em detrimento do Atendimento Tradicional que se desenvolverá em 6 passos -Contrato Promessa, Documentos e Impostos (fase inicial), Escritura, Registo, Documentos e Impostos (fase final) e Certidão Permanente.
De todas as versões de credito habitação ,a solução “Casa Pronta” é a mais barata.

Poupar dinheiro em impostos e contribuições ás finanças

A acumulação de impostos ou contribuições por pagar às finanças e à segurança
social são como uma bola de neve. Quanto mais tempo demorar a pagar, maior o
peso dos juros de mora e o valor da dívida. Se não conseguir saldar tudo
de uma vez, negoceie o pagamento em prestações ou outra solução
mais barata.

Tem até 15 dias após terminar o prazo de pagamento voluntário (data-limite na nota de liquidação)para pedir o modo faseado.
No caso das finanças, se a dívida é inferior a € 2500 e não tem outros impostos por pagar,
registe o pedido nas declarações electrónicas (www.e-financas.gov.pt > Contribuintes > Pagamentos >
Pagamento em prestações).

Além de prático, é mais barato do que o pagamento faseado tradicional, pois não é obrigado a
apresentar uma garantia bancária, ao contrário de quando pede um credito ao banco.

AGUARDA-SE NOVA DESCIDA DA EURIBOR

 

A Euribor ainda não atingiu o nível que permita o investimento na economia e a sua revitalização.
Para que as economias da Zona Euro voltem à “normalidade”, vai ser necessário que as taxas de juro baixem ainda mais, desafogando as famílias e as empresas, baixando as prestações dos creditos.
Os custos financeiros com os investimentos são um factor muito importante para que os mesmos se efectivem.
Os juros pagos pelas famílias pelos seus empréstimos absorvem grande parte do seu rendimento disponível. A descida das taxas de juro vai permitir que o valor pago pelas prestações de crédito diminuam.
A última descida da Taxa de Referência para a zona Euro, fixou-se nos 1,25%, mas, Jean-Claude Trichet já admitiu que não será a última vez que a Taxa Directora baixou.
A demora no restabelecimento da procura na Zona Euro  provocada pelas inúmeras falências e despedimentos está a provocar cortes na produção de diversas empresas. O nível do consumo teima em contrair-se. É um ciclo vicioso que traz problemas para todos os agentes económicos.
Os preços têm vindo a descer, apresentando riscos de deflação. Em Portugal pela primeira vez  desde a “década de 60”, que se assiste à descida do Índice de Preços no Consumidor  que apresentou variação negativa em Março face ao mês anterior. O nível de inflação continua em fase descendente, processo que se não for travado levará ao caos no tecido produtivo.
No entanto, a descida dos preços a curto prazo reequilibra o rendimento disponível das famílias e obriga os Estados a baixar o preço do dinheiro para níveis que permitam o investimento em novos negócios.
O mercado de crédito, é fundamental neste processo. Os Bancos vão acabar por baixar os spreads e arriscar, ou em alternativa, serem obrigados a emprestar dinheiro. São processos normais de reequilíbrio financeiro. A Banca vende dinheiro, é o seu negócio. Numa primeira fase da crise inicia um processo selectivo de concessão de crédito, é a fase que vivemos actualmente.
No entanto, a bem ou a mal, a Banca vai perceber que se o dinheiro não circular o risco da empresas consideradas “boas” se tornarem “menos boas” vai-se elevando pela quebra da produção e consequentemente descida nos resultados.
Aguarda-se assim, novas descidas das taxas de juro e consequentemente pode-se esperar pagar cada vez menos pelos empréstimos a pagar.

AMORTIZAÇÃO DE CRÉDITO – SAIBA SE VALE A PENA?

Se tem um credito ao consumo e pretende amortizá-lo , ou mesmo mudar de Banco, agora vai ter a possibilidade de o fazer tendo como limite de comissão a pagar ao Banco de 0,5%, caso falte mais de um ano para finalizar o empréstimo. Se faltar menos de 12 meses para o seu empréstimo terminar, então a comissão máxima será de 0,25%.
As contas terão de ser muito bem feitas antes de tomar a decisão de amortizar definitivamente o seu empréstimo, porquanto está a onerar o custo financeiro pelo valor da comissão.
Por outro lado,o Banco de Portugal anunciou a fixação dos limites máximos das taxas a praticar pelos bancos, o que é muito positivo face aos actuais abusos que a Banca vinha praticando numa fase em que se pretende que o crédito fique mais barato.
Assim, se pretender negociar a sua taxa, há que atender os valores a pagar em termos de comissão a pagar, mas a compensação será tanto maior, quanto for o diferencial da taxa entre os empréstimos.
Um cuidado adicional a ter – verificar outros custos debitados pelos Bancos que não a comissão, pois os bancos usam de subterfúgios em termos de débitos de despesas para compensar “perdas”.
Esteja atento às movimentações dos Bancos e beneficie o mais possivel da concorrência entre eles. O objectivo da Banca é o de ganhar o mais possivel.
Cabe-lhe a si pagar o menor valor pelo custo do seu empréstimo.

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